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Ter um bichinho em casa para dar carinho e amor pode auxiliar na cura de doenças como a depressão e o stress

Quem tem um animal de estimação em casa, sabe do amor incondicional que eles têm por nós, e hoje está se tornando cada vez mais comum a colaboração deles na recuperação de pessoas dos mais variados casos clínicos. No post de hoje, falaremos sobre a Terapia Assistida por Animais (TAA), que consiste em tratamentos de saúde, onde um animal é co-terapeuta e auxilia a pessoa a atingir os objetivos propostos para o tratamento.

Muitas instituições e ONGs já trabalham levando esses animais até escolas, hospitais e centros de recuperações, e o animal não precisa ser disponibilizado por uma organização não governamental, pode ser o próprio bichinho do paciente.

Qual o animal certo para a pet terapia?

Bem, nem todo animal nasceu para ser um terapeuta, por assim dizer. Basta que ele seja tranquilo e tenha uma personalidade que as pessoas possam abraçar, beijar e apertar, sem que ele reaja. Os animais mais comuns são os cães, e também cavalos, que no geral têm um temperamento mais dócil. No entanto, gatos, jabutis, peixes, coelhos e aves também podem e são usados nesse tipo de projeto. Até mesmo botos, cobras e aranhas, animais bem mais exóticos, ajudam.


Não existe uma recomendação específica de quem pode ser ajudado pela pet terapia. Isso porque qualquer paciente pode ser beneficiado, desde que não haja alguma contraindicação, como por exemplo, o medo de animais, alergia ou problemas de respiração, entre outros.

Aí está mais uma prova do bem que eles fazem. Por isso, cuidemos bem deles, que tornam nossos dias melhores. Até a próxima, amigos.

Fonte: Minha Vida